Acho super cliché fazer um post sobre a minha virada de ano, mas .. foda-se todo mundo faz.
Apesar de ter dito que meu reveillon não estava prometendo, ele foi bom. Um pouco diferente do que eu estava esperando, mas ainda assim, bom.
Minha virada foi uma das mais ligths que eu já passei, assim... não peguei ninguém (já que né.. estou separada por alguns km), mas conheci uma galera muito gente boa. Tão boa que tentaram me induzir a bebida, mas .. haha, eu fui mais forte e disse não às drogas. by Eliana e seus dedinhos.
Mania chata essa que a grande massa tem de transformar qualquer coisa em motivo pra encher a cara e estragar a festa do coleguinha, porque sempre tem um que se ferra. Não foi o que aconteceu comigo (!!!), como eu disse, a galera que eu conheci realmente é muito legal.
Acho muito chato, nego com 100 litros de álcool na mente ficar te puxando, ou tentando te roubar um beijo como se estivesse numa micareta. Mano... não tenho cara e nem estômago pra micaretas. Please!
Ou então fazer do reveillon um pré-carnaval, não acho válido, acho indigno.
Imagina começar o ano na piriguetagem. Deve dar um azar violento. Um beijinho (quando é só um beijo) num cara trêbado, com bafo de.. sei lá de quê, as onças devem ter hálitos mais agradáveis, enfim. Depois o cara sai se gabando de ter pego sei la quantas. E as minas cheias de si como se tivessem ganhado o troféu da globeleza (não sei porque fiz essa comparação), quando na verdade não passaram de "ah, foi mais uma piri". Acho nojento, acho nojento duas vezes (daí ter escrito duas vezes).
Bem, vou publicar a minha vergonha.
Eu, julianne, depois de anos a fio ter passado altos reveillons em praias, pulado os cacetes daquelas ondinhas inúteis sem saber o porquê, torno público o fato de que: DESCOBRI PRA QUE SERVEM AS ONDINHAS TOSCAS!! ÊÊÊÊÊ.
Acho que todo mundo deve saber disso né, mas já que toquei no assunto. São 7 ondas e pra cada onda um pedido. Pronto, falei.
E este foi o primeiro ano em que pulei o raio das ondinhas consciente do que estava fazendo. Só que na verdade, eu tava tão eufórica com a ideia de poder fazer SETE pedidos, que acabei fazendo 15! Os primeiros 7 não contaram, foram toscos e eu nem pude pensar no que pedir. Aí eu ia pedir de novo.. e anular os primeiros, mas não consegui concluir e ficou um pedido avulso.. aí então eu pedi depois com mais convicção. Hoje eu não lembro deles, mas.. enfim. Eu sei para que servem as ondinhas.
domingo, 2 de janeiro de 2011
domingo, 26 de dezembro de 2010
Promessas de ano novo - Promessas mesmo
Eu não entendo essa magia tosca de ficar fazendo promessas.
Ninguém nunca cumpre com nada, por isso não prometi nada ( a dieta eu juro que eu vou fazer, só vou tentar comer uma ao invés de 3 empadas de chocolate por dia e comer menos cochinhas durante a semana). Quando eu era mais nova (tips 9 anos, ou menos) eu prometia rezar horrores pra passar de série, nunca rezava e sempre passava. Eu não precisava disso. Até parece que eu era burra. Quando eu era criança eu era meio nerd sabe. Aí comecei a namorar e destrambelhei, mas eu juro que tomo jeito. Na verdade a culpa é da matemática.
Outra coisa toscamente inultil são as tradições pra ter sorte, amor, paz, sexo, dinheiro, um carro, um gato (entenda como quiser). Tipo, comer lentilha, pular 7 ondas, usar calcinhas de cores respectivas às seus desejos. Eu sempre fui mongolóide nessas coisas de pedidos, (quando caíam dentes eu pedia patins) e muito maria vai com as outras. Nem sabia pra quê pular 7 ondas, mas pulava junto e sempre usava calcinha branca como se eu vivesse no iraque. Se bem que da maneira conturbada que meus pais viviam, não deveria ser tão diferente. Acho que no meu subconsciente eu pedia paz pra minha casa, nunca dava certo. Quando decidi ter paixão e passei a virada de ano toda de vermelho. Meus pais se separaram e eu só tinha 10 anos. Minha paixão chegou aos 15 anos. Mas eu beijei aos 13 um moleque que segundo minhas fontes já morreu, mas não vou dizer como pra não denegrir minha imagem.
Esse ano eu super caguei pra tudo. Meu natal foi comendo empadão e assistindo sozinha a sex and the city. às vezes eu acho que minha família é de outro mundo, porque enquanto o mundo festeja, a gente dorme e isso não nos abala. Somos todos antisociais. Tô muito triste por ter que ir a festa da empresa e não poder levar ninguém e olha que eu já vou faltar a festa do meu setor.
Não comprei roupa de natal e meu reveillon não está prometendo.
Agora me diz, como uma pessoa de 19 anos vive neste mundo. e olha que eu nem sou gorda heim.
Ninguém nunca cumpre com nada, por isso não prometi nada ( a dieta eu juro que eu vou fazer, só vou tentar comer uma ao invés de 3 empadas de chocolate por dia e comer menos cochinhas durante a semana). Quando eu era mais nova (tips 9 anos, ou menos) eu prometia rezar horrores pra passar de série, nunca rezava e sempre passava. Eu não precisava disso. Até parece que eu era burra. Quando eu era criança eu era meio nerd sabe. Aí comecei a namorar e destrambelhei, mas eu juro que tomo jeito. Na verdade a culpa é da matemática.
Outra coisa toscamente inultil são as tradições pra ter sorte, amor, paz, sexo, dinheiro, um carro, um gato (entenda como quiser). Tipo, comer lentilha, pular 7 ondas, usar calcinhas de cores respectivas às seus desejos. Eu sempre fui mongolóide nessas coisas de pedidos, (quando caíam dentes eu pedia patins) e muito maria vai com as outras. Nem sabia pra quê pular 7 ondas, mas pulava junto e sempre usava calcinha branca como se eu vivesse no iraque. Se bem que da maneira conturbada que meus pais viviam, não deveria ser tão diferente. Acho que no meu subconsciente eu pedia paz pra minha casa, nunca dava certo. Quando decidi ter paixão e passei a virada de ano toda de vermelho. Meus pais se separaram e eu só tinha 10 anos. Minha paixão chegou aos 15 anos. Mas eu beijei aos 13 um moleque que segundo minhas fontes já morreu, mas não vou dizer como pra não denegrir minha imagem.
Esse ano eu super caguei pra tudo. Meu natal foi comendo empadão e assistindo sozinha a sex and the city. às vezes eu acho que minha família é de outro mundo, porque enquanto o mundo festeja, a gente dorme e isso não nos abala. Somos todos antisociais. Tô muito triste por ter que ir a festa da empresa e não poder levar ninguém e olha que eu já vou faltar a festa do meu setor.
Não comprei roupa de natal e meu reveillon não está prometendo.
Agora me diz, como uma pessoa de 19 anos vive neste mundo. e olha que eu nem sou gorda heim.
Promessas de ano novo
Antes de prometer qualquer coisa eu agradeço imensamente a Deus pelo modo como o meu ano está terminando.
Finalmente senti que ele foi diferente e que passei por fases proveitosas. Aquela vidinha sem responsabilidade já não combinava mais comigo.
Eu comecei desanimada, caí numa rotina que embora fosse gostosa, era deprimente pra alguém de 19 anos, aí eu guinei e decidi que parada não ficaria, comecei a correr atrás e quanto mais eu corria, mais eu me via ficando pra trás. Tive medo de não alcançar nada, tive medo de cair num buraco sem fundo, tive medo de paralisar e nunca mais conseguir andar. Eu tive muitos medos e a pressão só aumentava, mesmo assim eu não estagnei. Horas me sentia capaz, horas me sentia inválida. Até que Deus me mandou a oportunidade que eu estava querendo. Eu a agarrei com todas as forças que há em mim e fiz com que valesse a pena.
Meu primeiro emprego, minha carteira assinada, minha independência.
O cansaço faz parte, mas ele me dá orgulho. Meu ano foi diferente, diferente de todos os que eu já vivi até hoje. Este só me acrescentou e eu percebi que posso mudar de formas e me adaptar a tudo. Não tão bem quanto a mística, eu não sou azul e meu cabelo balança quando venta.
Eu não peço tantas coisas mais e nem vou prometer o que eu sei que não vou cumprir. Eu quero mais força e muito chocolate pra me dar bastante energia, assim eu vou aguentar minha rotina paulera.
2011 vai ser punk demais e eu sei que ele vai ser marcado por mais vitórias, mais conquistas e muito mais objetivos a serem alcançados.
Eu não sei viver sem um norte, sem algo pra correr atrás. Essa coisa de um dia após o outro pra mim não funciona, eu tenho que viver hoje com o pé no amanhã. Assim eu me guio. Me sinto mais capaz.
Eu prometo sim, cada vez mais vontade. Uma dieta e um biquíni menor! ;)
Finalmente senti que ele foi diferente e que passei por fases proveitosas. Aquela vidinha sem responsabilidade já não combinava mais comigo.
Eu comecei desanimada, caí numa rotina que embora fosse gostosa, era deprimente pra alguém de 19 anos, aí eu guinei e decidi que parada não ficaria, comecei a correr atrás e quanto mais eu corria, mais eu me via ficando pra trás. Tive medo de não alcançar nada, tive medo de cair num buraco sem fundo, tive medo de paralisar e nunca mais conseguir andar. Eu tive muitos medos e a pressão só aumentava, mesmo assim eu não estagnei. Horas me sentia capaz, horas me sentia inválida. Até que Deus me mandou a oportunidade que eu estava querendo. Eu a agarrei com todas as forças que há em mim e fiz com que valesse a pena.
Meu primeiro emprego, minha carteira assinada, minha independência.
O cansaço faz parte, mas ele me dá orgulho. Meu ano foi diferente, diferente de todos os que eu já vivi até hoje. Este só me acrescentou e eu percebi que posso mudar de formas e me adaptar a tudo. Não tão bem quanto a mística, eu não sou azul e meu cabelo balança quando venta.
Eu não peço tantas coisas mais e nem vou prometer o que eu sei que não vou cumprir. Eu quero mais força e muito chocolate pra me dar bastante energia, assim eu vou aguentar minha rotina paulera.
2011 vai ser punk demais e eu sei que ele vai ser marcado por mais vitórias, mais conquistas e muito mais objetivos a serem alcançados.
Eu não sei viver sem um norte, sem algo pra correr atrás. Essa coisa de um dia após o outro pra mim não funciona, eu tenho que viver hoje com o pé no amanhã. Assim eu me guio. Me sinto mais capaz.
Eu prometo sim, cada vez mais vontade. Uma dieta e um biquíni menor! ;)
domingo, 19 de dezembro de 2010
...
Me faltam palavras pra descrever o oco que eu tenho e o sentimento de realização que eu estou sentindo. Não que um tenha a ver com o outro, mas eu sou divida. Dentro de mim, existem mais de mim e isso não tem como explicar.
Mas é como eu vivo, emoções que se completam, emoções que se cortam, canções que choram alegrias e riem tristezas.
Dentro de mim é um misto de querer e não saber que no final se resumem em temer.
Só que o fora, faz. E pensa depois, porque eu faço e depois vejo que fiz e como fiz e aí então surge outra parte dentro de mim. A analista atrasada, que analisa fatos, momentos e atitudes tarde demais.
Me falta sobretudo, a paciência. porque saudade só complica o que nunca foi fácil de entender.
Mas é como eu vivo, emoções que se completam, emoções que se cortam, canções que choram alegrias e riem tristezas.
Dentro de mim é um misto de querer e não saber que no final se resumem em temer.
Só que o fora, faz. E pensa depois, porque eu faço e depois vejo que fiz e como fiz e aí então surge outra parte dentro de mim. A analista atrasada, que analisa fatos, momentos e atitudes tarde demais.
Me falta sobretudo, a paciência. porque saudade só complica o que nunca foi fácil de entender.
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