domingo, 12 de dezembro de 2010

MAGIA DEFINE *-*

Houve vários acontecimentos que me dariam a desculpa de vir aqui e tagarelar até não querer mais, mas ao mesmo tempo seriam coisas altamente clichês.
Essa violência no Rio de Janeiro, atrapalhou e mexeu bastante com a minha rotina, passei medinhos e perregues que antes nunca havia passado, mas acredito que faz parte e morando na cidade onde moro... Até que demorou.
Mas na verdade, o que me fez parar neste domingo ensolarado e quente para cacete, pra escrever, devanear, descrever um sonho, foi o show ao qual eu fui na noite de ontem (11/12)
O TEATRO MÁGICO! A abertura do show foi feita por nada menos que FORFUN e o show contou com a participação ilustríssima de LEONI e d'OS VARANDISTAS (!!!!!!!)

Eu não sou daquelas que coleciona experiências, mas esta vai ficar marcada na minha memória e história anos a fio. Minhas maiores paixões, meus, talvez únicos, ídolos.
Sempre achei mó feio nego que vai em showzinho de banda e fica berrando enlouqueidamente e aos prantos declara as canções aos músicos. Acho indigno. Mas vou confessar, eu fiz quase tudo isso (menos a parte do "aos prantos"), é que eu nunca tinha estado tão perto de pessoas que eu admiro tanto, eu ouço forfun todos os dias indo e voltando do trabalho e parada ou indo dormir eu ouço TM. Leoni? Marcou todas as minhas foças e momentos mais sentimentalistas. Sempre que eu dou uma de pseudointelectual lembro de tais figuras, porque fazem parte de projetos e movimentos inéditos, têm consciência dos ecos dos problemas sociais e vestem a camisa da independência. São artistas que conseguem, mesmo sem nunca ter me visto, me ajudar, me mostrar que outros lados existem e que talvez sejam até melhores que aqueles que eu conhecia. Que motivos existem por alguma razão, que sonhar faz parte de viver, mas viver só sonhando não é vida e que acima de tudo... A POESIA PREVALECE.


Negrito
LUZ, PREENCHA TODO O MEU SER !

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

TIBUM

O fim de semana sempre chega cheio de convites, é um barzinho, é uma baladona, um cinema, um chá com as tias. Brincadeira o ultimo não faz tanto meu gênero.
Esse além dos convites tradicionais tinha um que mechia comigo e alias eu tava super precisada de um dia desses...PRAIA *-*
Confesso que quase fui na onda do meu namorado-bicho-do-mato (daqueles bem campestres que só cogitam um ambiente diferente a noite e olhe lá), mas quando vi minha irma de biquini pensei "não posso perder essa" liguei pra minha amiga (a acordei e provavelmente o resto da familia dela também, a vá foi por uma causa justíssima!) e ela meio que por um milagre aceitou ir nas condições propostas.
O mar estava uma delicia, alias não sei porque não fiquei dentro d'água mais tempo - a ta! porque minha amiga é cagoninha e a água estava meio skol, ou seria antartica? AH! Tava mega gelada. Pronto falei.
Nos fez muito bem. Aliás eu queria entender esse poder que o mar exerce sobre nós, essa maneira como nos sentimos descarregados.
Foi ótimo!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

É uma pena eu estar acostumada a ler sobre as desilusoes amorosas e mesmo aquelas que não são dessas, é uma pena que tudo agora seja "avaliado" a partir do valor material, do visual. Às vezes eu me pergunto se foi o mundo que mudou dessa maneira ou se sou eu a única pessoa a achar que tudo se desvalorizou. Por que a gente não pode sonhar com uma história de amor? Por que a gente não pode confiar nas pessoas? Por que não podemos fazer amizade no trabalho? Por que todo mundo é tão preocupado em se promover, ainda que isso traga algum tipo de déficit pra outrem? (???)
As pessoas idealizam um lugar melhor, mais acolhedor, com mais respeito dentre todos e não sabem o significado de solidariedade. Como acham que as oportunidades vão surgir?
As pessoas andam tanto com nariz em pé que vão acabar caindo num abismo.
Como se egoísmo fosse sinônimo de sucesso e progresso coletivo, como se ingratidão fosse alguma forma de agradecimento...
Como pode o ser humano ser tão mesquinho?

É mesmo uma pena!

domingo, 14 de novembro de 2010

É domingo a noite ...

deveríamos estar juntos, rindo, conversando, sabe coisas de quem se gosta. Mas a realidade é outra, estamos a alguns pequenos metros de distancia física e luas em distancia sentimental. Não foi sempre assim, eu ainda não chorei, mas acho que me conheço o suficiente pra acreditar no ainda. No entanto vou deixar rolar, vamos ver no que dá. Chegou de forçar a barra, de pedir explicações, até porque as palavras o vento leva e o tempo enterra.
Não quero mais fazer parte de mentiras, então se for pra ser assim que não seja, que eu sinta esse torpor. O buraco é negro e sem fundo, mas eu sei que uma hora eu vou me acostumar com ele (se for o caso).
Não posso, não quero, não vou me preocupar com coisas que deveriam me ajudar, que deveriam ser motivos positivos, de me fazer viver e de me fazer... fazer.
Não tente chamar minha atenção. CHAME a mim! Eu atenderei.
Não foi o que eu sinto que mudou, foi a minha cabeça.
E não venha com "gentileza gera gentileza" o nome disso é hipocrisia.