sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Samba de ir embora

Tá certo que o nosso mal jeito foi
Vital pra dispensar o nosso bom
O nosso som pausou
E por tanta exposiçao a disposiçao cansou
Secou da fonte da paciencia
E nossa excelencia ficou la fora

Soluçao é a solidão de nós
Deixa eu me livrar das minhas marcas
Deixa eu me lembrar de criar asas
Deixa que esse verão eu faço só
Deixa que esse verão eu faço só
Deixa que nesse verão eu faço sol

Só me resta agora acreditar
Que esse encontro que se deu
Não nos traduziu o melhor
A conta da saudade quem é que paga
Já que estamos brigados de nada
Já que estamos fincados em dor

Lembra o que valeu a pena
Foi nossa cena nao ter pressa pra passar
Lembra o que valeu a pena
Foi nossa cena nao ter pressa pra passar

(O Teatro Mágico)

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Evoluir

Eu acordo todos os dias querendo ser diferente, com novos planos, novas ideias. Querendo me reinventar, evoluir.
Eu busco sempre o melhor que há dentro de mim e daí pra frente. Jamais retroceder. Voltar a ser o que eu já fui não é evolução, é perda de tempo. Mas é difícil acompanhar a velocidade na qual as mudanças externas acontecem.
Eu busco entendimento dentro de mim, um equilíbrio que me faça enxergar com mais clareza as pessoas e suas atitudes, os animais e seus instintos, a natureza e a sua beleza -cada dia mais escassa- e entender de novo porque o ser humano faz isso.
Eu busco ser parte do todo. Eu deveria ama-lo, cuidar dele, protege-lo... até mesmo de mim às vezes (sabe como é mulher na tpm né).
Fazer parte significa estar vivo. Se estamos distantes e evitando a nós mesmos como poderíamos ser felizes? De que maneira entenderíamos o nosso favor de existir?

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Aquilo que geral já sabe

Eu não sei, não sou superticiosa, mas o lance é que eu to começando a achar que a kakinha do pombo na minha cabeça até que me trouxe sorte.
Até semana passada eu não tinha previsão de emprego. Agora tenho 3 propostas. não são lá grandes coisas, maaaaaas é melhor que andar chorandinho por me sentir um encosto.
Faculdade no próximo semestre é fato e isso me da vontade de ter aquele controle remoto de 'click' queria passar esses meses que ainda faltam.

Sobre o namoro, eu só agradeço as pessoas que me ajudam a perceber as minhas exigências que são sempre utópicas. Eu fico querendo e exigindo perfeição sempre e nem eu mesma sou assim pra querer isso.
Aliás nesse domingo eu pisei na bola (expressão contemporanea né). Foi ridículo. saímos juntos ele falou de um cara lá e eu meio que me hipnotizei, não conseguia parar de olhar pra ele e isso foi intrigante no mínimo, porque eu nem olhava para o rapaz em si (tô ficando velha.. 'rapaz' , 'pisei na bola'), eu nem o achei bonito, mas nao parava de olhar. Lógico eu me desculpei porque se ele fizesse isso comigo com toda certeza a terceira guerra mundial estaria declarada.

Às vezes eu esqueço que eu não posso idealizar as pessoas, que fazendo isso o problema será só meu porque cada um tem seu jeito, sua forma de agir e pensar, seus pontos fortes e seus pontos fracos.
Mas mesmo que não alcancem minhas espectativas, elas podem ser superadas. E quando eu paro pra enxergar com calma, eu vejo que não poderia ser mais feliz.

sábado, 18 de setembro de 2010

Sexta feira nada louca

Putz, sempre detestei meus títulos.

Ontem meu dia tava sinistro, aliás, desde terça feira meus dias têm sido ruins (pra não usar palavra pior). Sabes o que é terminar com o namorado, ir treinar seu voleizinho de boa e um pombo te achar com cara de privada? ou não conseguir treinar porque a condução te ama e teu treinador te adora? É mermão, vida não é mole.
Mas eu quero mesmo é trabalhar, hoje surgiu esperança. Mas eu sou daquelas que não conta vitória antes da hora. Próximo semestre eu quero entrar na minha sonhada faculdade, o curso vai ser eternamente uma incógnita. Assim, nem é, mas é que eu gosto de muitas coisas e muitas coisas consigo desenvolver no talento. hahahaha eu sou sinistra! (brincadeirinha)

Sobre o namoro, ele não tá completamente terminado. Aliás nunca tá. É um saco falar disso com os meus amigos, porque todo mundo diz "daqui a pouco vocês voltam". somos tão cliches.
Mas as coisas são difíceis, muita emoção e pouca razão, muitas promessas e poucas atitudes. A emoção que antes era boa, vai se revertendo e de repente nos vemos querendo dar um fim a tudo isso. Mas a historia e o amor que já construimos não nos deixam escolhas e tiram a pouca coragem que temos. Acho que não digo só por mim. Precisamos de um tempo. Precisamos aprender a nos amar e querer um ao outro novamente, com pureza e confiança. Eu só não sei se é possível.